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Abordagem inadequada

PMs têm prisões preventivas decretadas por atirar contra família em blitz

A blitz aconteceu na madrugada de segunda-feira, (25/12), e com os disparos ocasionou a morte de uma criança de 9 anos, e deixaram feridos o pai e a mãe.

Publicada em 28 de Dezembro de 2017 às 17h43

Publicado por: Marcia Gabriele  |  Fonte: Márcia Gabriele Imprimir

Foto: Reprodução

Notícia Atualizada em 29/12/2017 às 01h51

Os policiais militares, Aldo Luís Barbosa Dornel e Francisco Alves, acusados de atirar contra veículo de uma família em blitz e ocasionou a morte de uma menina de 9 anos, tiveram as prisões preventivas decretadas. A blitz aconteceu na madrugada de segunda-feira, (25/12).

Segundo informações, dentre os disparos, um acertou uma criança de 9 anos, que não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital, outro acertou o braço da mãe, Daiani Caetano e a cabeça do pai, Evandro Costa, que ainda está internado no hospital.

As prisões preventivas foram decretadas pelo juiz José Olindo Gil Barbosa, plantonista da Central de Inquéritos, que levou em consideração que o soldado Aldo Dornel já responde a procedimento criminal, por lesão corporal grave.

‘A anterior prática de crimes sem condenação, apesar de não poder ser considerada para fins de reincidência ou mais antecedentes, pode servir para justificar a manutenção da prisão preventiva como garantia da ordem pública’, pontua.

O soldado Aldo Luís Barbosa Dornel teria atirado, em abordagem policial, ocorrida em maio deste ano, o joelho de um rapaz, na zona Leste de Teresina. O PM foi reprovado no exame psicológico do concurso da Polícia Militar, organizado pela NUCEPE. 
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