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No Tocantins Wellington Dias firma adesão do estado ao Plano Brasil Sem Fome e participa de conferência para melhorias no SUAS

Em visita a Palmas nessa sexta-feira, 29, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, foi recebido pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (Fieto), Roberto Pires, e sua diretoria. A visita contou ainda com a presença do vice-governador do estado, Laurez Moreira, da senadora Dorinha Seabra, da prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro, além de secretários estaduais e municipais.

Pires apresentou ao ministro os números do setor de grãos do Tocantins que, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento divulgados de setembro, alcançou o primeiro lugar entre os estados do Norte e o segundo entre o Norte e Nordeste, com produção superior a 7,6 mil toneladas na Safra 2022/2023.  Mesmo com este bom resultado, ele destacou a necessidade de agregar valor a estes produtos e gerar emprego e renda por meio da agroindustrialização, tirando o estado da condição de exportador de commodities.

MIGRAR DO SETOR PÚBLICO PARA O PRIVADO

“Nas esferas federal, estadual e municipal, 45% dos empregos formais estão ancorados na máquina pública. Isso não é justo nem para os governos, porque falta dinheiro para investimentos em áreas importantes como infraestrutura, saúde e educação que poderiam alavancar muito mais a economia. Então, a gente defende que esse emprego tem que migrar da máquina pública para os outros segmentos, como a indústria, que é uma grande geradora de emprego”, defendeu o presidente da Fieto.

Na pauta de tributação, Pires pediu atenção especial do governo federal aos estados do Norte e Nordeste a fim de que a Reforma Tributária considere a necessidade dos incentivos fiscais como vitais à competitividade e à atração e manutenção das indústrias nesta região.

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COMBATE À POBREZA E SETOR PRODUTIVO JUNTOS

O ministro Wellington Dias falou de seu trabalho à frente do Ministério no combate à pobreza e sobre a expectativa de andar junto com o setor produtivo. “Nós precisamos crescer a taxas acima de 4% para a gente vencer a estagnação. E o nosso Ministério quer estar muito junto com o setor produtivo, com a indústria e o comércio. Eu estou aqui para estender a mão”, disse Dias.

A comitiva do Ministério contou ainda com a presença do secretário de Inclusão Socioeconômico, Luiz Carlos Everton, e da coordenadora geral de Apoio à Gestão, Renata Bravin.

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